País
Ministro garante solidariedade. "Ainda estamos na fase de levantamento das necessidades das câmaras"
O ministro da Economia está de visita às zonas afetadas pelo mau tempo, um mês depois das tempestades.
Confrontado pelos jornalistas, esta sexta-feira, com as críticas das autarquias por não terem recebido ainda verbas de ajuda, Manuel Castro Almeida refere que a primeira intervenção tem de ser com os seguros, no caso, por exemplo, de pavilhões ou estruturas destruídas.
Quanto às estruturas em que não há seguro, como estradas municipais, o ministro garante que haverá apoios, mas advoga que ainda se está "na fase de levantamento das necessidades das câmaras municipais".
“Logo que fique concluído o levantamento, estabeleceremos uma metodologia para saber qual a natureza do apoio que o Estado vai dar”, assegurou Castro Almeida. O ministro lembra a onda de solidariedade vinda de todo o país e argumenta que o “Governo não faz mais do que interpretar o sentimento do país em querer ser solidário com região que foi afetada”.
O ministro garante que o financiamento a pessoas e empresas já está a chegar às contas. “Os apoios nunca foram tão rápidos”, advoga. Quanto às autarquias, “vai ter de haver apoio”, falando de uma negociação com a associação de municípios e lembrando que o Governo está a acelerar uma linha de crédito com o Banco Europeu de Investimento.
Quanto às estruturas em que não há seguro, como estradas municipais, o ministro garante que haverá apoios, mas advoga que ainda se está "na fase de levantamento das necessidades das câmaras municipais".
“Logo que fique concluído o levantamento, estabeleceremos uma metodologia para saber qual a natureza do apoio que o Estado vai dar”, assegurou Castro Almeida. O ministro lembra a onda de solidariedade vinda de todo o país e argumenta que o “Governo não faz mais do que interpretar o sentimento do país em querer ser solidário com região que foi afetada”.
O ministro garante que o financiamento a pessoas e empresas já está a chegar às contas. “Os apoios nunca foram tão rápidos”, advoga. Quanto às autarquias, “vai ter de haver apoio”, falando de uma negociação com a associação de municípios e lembrando que o Governo está a acelerar uma linha de crédito com o Banco Europeu de Investimento.
Castro Almeida refere que há 150 milhões de euros na comissão de coordenação regional que já estão a ser pagos às pessoas que o requisitem. Essa validação depende da instrução de um processo por parte das autarquias. O ministro da Economia reconhece que as autarquias estão assoberbadas de trabalho, mas lembra que o Estado colocou 500 técnicos à disposição das câmaras para ajudar na avaliação destes processos.
Garante ainda que milhares de empresas já pediram apoio das linhas de crédito disponibilizadas, e refere que muitas têm já o dinheiro na conta.
Garante ainda que milhares de empresas já pediram apoio das linhas de crédito disponibilizadas, e refere que muitas têm já o dinheiro na conta.